Blog: As Brasileiras
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
Bastidores: 'A Justiceira de Olinda'
Anderson Sofre com os ciúmes da esposa
É claro que as mulheres são as principais estrelas de As Brasileiras, mas os homens também têm um brilho especial na série. Marcos Palmeira, que participa de dois episódios (“A justiceira de Olinda” e “A de menor do Amazonas”), conta que adora trabalhar nos projetos de Daniel Filho “Os trabalhos feitos com ele sempre têm um astral bom. O Daniel é um cara de televisão que tem um olhar de cinema. Isso é incrível”, diz Palmeira. No episódio “A justiceira de Olinda”, Marcos interpreta Anderson, o marido da bela Janaína (Juliana Paes). Ele é um típico nordestino que tem uma vida pacata, mas acaba passando por uma situação nada convencional por conta do ciúme doentio da esposa. “Ele é um homem muito complexo, mas a história é divertidíssima. Na verdade, o Anderson é um cara ingênuo e apaixonado. Ele passa por situações constrangedoras com a Janaína e em nenhum momento cobra nada da amada. É um humor diferente de tudo o que eu já fiz”. Na vida real, Marcos confessa que é ciumento: “Eu sou ciumento, mas totalmente sensato. Nunca cheguei a fazer nenhuma loucura”.
'As mulheres apresentadas na série não tem nada em comum'
Com o sucesso de As Cariocas, o projeto de Daniel Filho ganhou proporções maiores e gerou uma continuidade: a série As Brasileiras, que promete divertir o público com histórias inusitadas de mulheres de todos os cantos do país. “Abranger desta forma não era minha primeira intenção, pensava em antes fazer várias temporadas de cada Estado. Mas a ideia de reuni-las logo de uma vez pareceu tão tentadora e direta que decidimos fazer”, conta Daniel Filho, o autor e diretor geral da série. Apesar de sua extensa bagagem profissional, Daniel teve o auxílio de 12 colaboradores para contar 22 histórias completamente diferentes. “Tenho colaboradores que são bons em determinados diálogos e outros não. É importante ter a dimensão deste trabalho e entender que não daria para uma pessoa escrever, com tamanha velocidade, 22 episódios”. Para ele, a primeira preocupação era ter uma boa história, para depois localizar e pensar em qual atriz faria determinado papel.
Além dos roteiristas colaboradores, Daniel também teve o apoio de duas grandes diretoras na nova empreitada: Cris D’Amato e Tizuka Yamasaki. “Elas dirigiram coisas com uma coragem que talvez eu não tivesse tido, pediram coisas que talvez eu não pedisse a uma atriz para fazer”.
Na hora de definir As Brasileiras, Daniel é enfático: “Além da naturalidade, as mulheres apresentadas na série não têm nada em comum, a não ser o fato de serem mulheres e falarem a mesma língua. Uma nunca poderia ser igual à outra. Mas, se eu tivesse que eleger uma protagonista como a grande representante do nosso país, seria a Fernanda Montenegro, no sentido geral da cena brasileira”
Além dos roteiristas colaboradores, Daniel também teve o apoio de duas grandes diretoras na nova empreitada: Cris D’Amato e Tizuka Yamasaki. “Elas dirigiram coisas com uma coragem que talvez eu não tivesse tido, pediram coisas que talvez eu não pedisse a uma atriz para fazer”.
Na hora de definir As Brasileiras, Daniel é enfático: “Além da naturalidade, as mulheres apresentadas na série não têm nada em comum, a não ser o fato de serem mulheres e falarem a mesma língua. Uma nunca poderia ser igual à outra. Mas, se eu tivesse que eleger uma protagonista como a grande representante do nosso país, seria a Fernanda Montenegro, no sentido geral da cena brasileira”
'Estou em um momento em que quero fazer coisas novas e inusitadas', Diz Juliana
Em seu segundo trabalho depois de ser mãe (ela fez uma participação em O Astro), Juliana Paes confessa que ficou surpresa com seu comportamento na volta ao set de filmagem. “Eu curti muito esse momento mãe, e fiquei um pouco na dúvida se teria o mesmo prazer de trabalhar que tinha antes. Foi uma surpresa saber que, apesar de ter tanta alegria em casa com o meu filho, eu não perdi o gosto pelo meu trabalho. O Pedro veio várias vezes nas gravações para me visitar. Não tem como não perceber que eu amamento durante esse programa”, brinca a atriz. Juliana conta que, depois que leu o texto, ficou em dúvida se aceitaria o papel, já que era uma história bem delicada e nunca havia feito nada parecido. “Acho que a coisa da maternidade dá um pouco de coragem. Não tenho nada a perder e estou em um momento em que quero fazer coisas novas e inusitadas”, afirma.
“Janaína é uma mulher extremamente possessiva, ciumenta e ‘arretada’. É daquele tipo que fala e cumpre. Ela é impulsiva e passional”, conta Juliana, que está animadíssima com o novo desafio de fazer um papel cômico. Ao contrário de sua personagem, a atriz se considera uma ciumenta orgulhosa e não doentio. “Eu sinto ciúme, mas não demonstro”.
No episódio “A Justiceira de Olinda”, que vai ao ar dia 2 de fevereiro, Juliana e Marcos Palmeira, que interpreta o par romântico de Janaína, prometem protagonizar cenas cômicas e ao mesmo tempo desastrosas. Você não pode perder!
“Janaína é uma mulher extremamente possessiva, ciumenta e ‘arretada’. É daquele tipo que fala e cumpre. Ela é impulsiva e passional”, conta Juliana, que está animadíssima com o novo desafio de fazer um papel cômico. Ao contrário de sua personagem, a atriz se considera uma ciumenta orgulhosa e não doentio. “Eu sinto ciúme, mas não demonstro”.
No episódio “A Justiceira de Olinda”, que vai ao ar dia 2 de fevereiro, Juliana e Marcos Palmeira, que interpreta o par romântico de Janaína, prometem protagonizar cenas cômicas e ao mesmo tempo desastrosas. Você não pode perder!
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